Ir para o conteúdo
Logo Lex Design
  • visual law
  • legal design
  • eficiência
  • cases
  • Lex on demand
  • blog
  • visual law
  • legal design
  • eficiência
  • cases
  • Lex on demand
  • blog
Fale com o nosso time

O que é Visual Law, de verdade? Guia definitivo 2026

  • Marketing
  • 29/01/2026
  • 13:51
  • Artigos

O guia definitivo sobre conceitos, validade jurídica e o impacto da IA no design de documentos para uma aplicação de Visual law que gere valor para seu negócio.

O Visual Law tem tomado um lugar de destaque nos últimos anos, e está sendo adotado por muitas grandes empresas ao redor do mundo, mas com todo “hype” que essa prática leva, temos também muitas dúvidas e incertezas sobre sua aplicação e até validade no meio jurídico.

E isso acontece, por que mesmo alguns profissionais que se denominam “Legal Designers” confundem o Visual Law com o Design Gráfico e não entregam todo o potencial dessa ferramenta incrível.

O que é Visual law?

O Visual Law é uma abordagem que foi criada a partir do Legal Design, sua finalidade é solucionar problemas e ruídos que as empresas tenham em sua comunicação jurídica. Ou seja, com visual law, podemos utilizar elementos visuais como infográficos, fluxogramas e ícones, aliados à Linguagem Simples e à estrutura de informação para tornar documentos jurídicos mais compreensíveis, eficientes e acessíveis para qualquer público não apenas preservando a validade jurídica, mas em muitos casos, deixando o documento ainda mais seguro.

Essa abordagem pode ser aplicada em qualquer tipo de comunicação jurídica com ganhos específicos para cada uma delas, por exemplo:

Contratos podem ser mais simples de ler, com as informações principais mais claras, diminuindo o SLA de assinatura e aumentando a segurança jurídica.

Contestações podem explicar de maneira mais rápida e simples pontos críticos para o magistrado, fazendo com que ele julgue da melhor maneira possível.

Normativas, politicas e comunicações de compliance de temas sensíveis podem ser melhor comunicadas para gerar menos atrito com o jurídico e também aumentar à adesão aos guias ali descritos.

Mas antes de aprofundarmos em Visual law,  vamos explicar um pouco sobre o que é Legal Design.

O que é Legal Design?

Para falar de Visual Law temos primeiro que falar de Legal Design, que é uma abordagem centrada no usuário, utilizada para resolver problemas dentro do Universo jurídico.

Essa abordagem foi disseminada por Margareth Hagen , da Universidade de Stanford e tem como base a abordagem do Design Thinking, com alguns passos bem definidos para garantir que a sua solução seja a que o seu cliente realmente precisa.

Segundo Margareth, ela trouxe o Design para o universo do direito para criar uma nova geração de serviços jurídicos mais acessíveis e abrangentes.

O Legal Design não necessariamente a aplicação em documentos jurídicos, na realidade, O “Visual Law” é apenas a ponta da pirâmide do Legal Design que consiste também em Design de Sistemas, Design Organizacional, Design de Serviço, Design de produto e, por fim, o Visual Law.

Na imagem abaixo conseguimos entender um pouco melhor sobre cada ponto e suas aplicabilidades.

A piramide do Legal design, aplicações e beneficio da aplicação de legal design em documentos jurídicos, o chamado Visual law
Pirâmide do Legal Design – Aplicações possíveis dentro do Legal Design


Design de sistemas.

No Legal Design, o design de sistemas está ligado ao desenvolvimento ou à reorganização de sistemas jurídicos para que funcionem melhor na prática. O foco está em atender às necessidades reais de quem participa desses sistemas, como advogados, clientes, áreas internas e parceiros externos, gerando valor de forma consistente.

Um exemplo comum é o redesenho de um sistema de gestão de contratos. Quando jurídico, comercial e financeiro passam a operar a partir de um fluxo integrado, com informações acessíveis, critérios claros de aprovação e prazos bem definidos, o resultado é a redução de retrabalho, mais segurança nas decisões e maior eficiência operacional.

Design Organizacional.

O design organizacional se concentra na forma como o jurídico se estrutura internamente. Ele envolve a revisão de papéis, rotinas e processos para tornar o trabalho mais organizado, produtivo e sustentável no dia a dia.

Um exemplo prático é a análise do fluxo de entrada de demandas em um departamento jurídico. Ao identificar que solicitações chegam por diferentes canais e sem padronização, é possível criar um modelo único de solicitação, com critérios de priorização e responsáveis bem definidos. Isso reduz gargalos, melhora o tempo de resposta e traz mais previsibilidade para o time e para as áreas atendidas.

Design de Serviço.

No design de serviço, o foco está em pensar os serviços jurídicos a partir da experiência de quem os utiliza. Em vez de olhar apenas para a lógica interna do jurídico, o objetivo é estruturar serviços mais claros, acessíveis e alinhados às expectativas dos clientes e das áreas internas.

Um bom exemplo é a reorganização de um serviço de consultoria jurídica interna. Ao deixar claros os tipos de demandas atendidas, os prazos de resposta, as informações necessárias e a forma de acompanhamento, o jurídico passa a ser percebido como um parceiro estratégico, e não apenas como uma área de apoio reativa.

Design de produto.

O design de produto no contexto do Legal Design envolve a criação de ferramentas e soluções jurídicas pensadas para resolver problemas concretos do dia a dia. Esses produtos ajudam advogados e empresas a executarem tarefas com mais agilidade, clareza e segurança.

Um exemplo é o desenvolvimento de modelos de contratos estruturados de forma inteligente, com linguagem objetiva, organização visual clara e campos padronizados. Isso facilita a elaboração, a revisão e a negociação dos documentos, além de reduzir riscos e inconsistências.

Visual law.

O Visual Law é a aplicação prática dos conceitos do Legal Design na criação de documentos jurídicos. Ele combina estrutura da informação, linguagem acessível e recursos visuais para cumprir objetivos específicos, como melhorar a comunicação, ampliar o entendimento, garantir acessibilidade e apoiar melhores resultados jurídicos.

Na prática, isso pode significar transformar um contrato complexo em um documento mais claro, com sumário visual, destaques para cláusulas relevantes, organização lógica das informações e explicações objetivas. O resultado é um documento que pode ser compreendido com mais facilidade, sem abrir mão da segurança jurídica.

Como aplicar Visual Law da maneira certa?

O Legal Design é uma abordagem centrada no ser humano, e como o Visual Law é uma subárea, devemos seguir o mesmo conceito para conseguir realizar um projeto efetivo. Ou seja, você deve basear suas decisões, de linguagem, estrutura, visual, pensadas para garantir que o seu usuário final tenha êxito ao interagir com seu documento.

O Design thinking por sua vez já nos mostra um caminho lógico para seguir sem que nós nos distanciamos de nossos usuários.

Quando começamos o projeto sempre iniciamos com a fase da  empatia, onde nos colocamos no lugar do usuário final a fim de entender suas necessidades e dores, muitas vezes aqui, também são realizadas entrevistas qualitativas com quem vai utilizar o documento, dessa forma, conseguimos definir melhor o escopo, ter ideias e soluções que gerem mais valor para esse determinado publico.

Com o escopo definido e ideias priorizadas, partimos para a prototipação, onde desenvolvemos uma versão testável do documento, com isso, conseguimos retornar aos usuários finais e ver se as novas funcionalidades realmente atenderam as expectativas e sanaram as dores que eles tinham incialmente. 

Caso o retorno deste teste seja positivo, entregamos a versão final do documento ao cliente.

Gráfico de etapas do Design Thinking: empatia, definição, ideação, prototipação e teste
Gráfico que mostra as etapas do Design Thinking: empatia, definição, ideação, prototipação e teste.

 

Mais do que apenas visual!

O termo Visual Law pode, à primeira vista, passar a impressão de que esse tipo de projeto está focado apenas na parte estética dos documentos jurídicos. No entanto, essa é uma leitura limitada do conceito e não representa o que, de fato, acontece em um projeto bem estruturado de Legal Design.

O visual é apenas uma das camadas do trabalho. Um projeto de Visual Law deve considerar todas as propriedades do documento e a forma como ele é compreendido, utilizado e acessado pelas pessoas que realmente precisam daquela informação.

A seguir, vamos mostrar alguns dos principais aspectos que vão muito além da aparência.

Linguagem – A linguagem sendo utilizada faz sentido para o cliente final?

Um dos primeiros pontos a serem analisados é a linguagem utilizada. Ela faz sentido para quem vai ler o documento? Está adequada ao contexto, ao nível de conhecimento e à realidade do público final?

Nem sempre é eficaz utilizar os mesmos termos técnicos ou estruturas complexas em documentos destinados a pessoas com formações, experiências e repertórios muito diferentes. Contratos repletos de juridiquês podem dificultar a compreensão, gerar insegurança e até comprometer a efetividade do documento.

Trabalhar a linguagem não significa perder rigor jurídico, mas sim garantir que a informação seja compreendida da forma correta por quem precisa dela.

Meio de comunicação – O seu documento está acessível para todas as pessoas? 

Outro ponto fundamental é o meio pelo qual a informação é apresentada. O documento está acessível para todas as pessoas que precisam utilizá-lo?

É importante considerar, por exemplo, colaboradores com deficiência visual, pessoas dentro do espectro autista ou com diferentes formas de processamento da informação. Essas pessoas não necessariamente absorvem o conteúdo da mesma maneira que outras, especialmente quando o documento é longo, denso e pouco estruturado.

Em um projeto desenvolvido com a Anglo American, por exemplo, foi criada uma versão integral em áudio de um contrato de trabalho. Essa solução ampliou o acesso à informação e garantiu que diferentes perfis de colaboradores pudessem compreender o conteúdo de forma adequada, respeitando suas necessidades.

Estrutura – O seu documento tem que ter 54 páginas?

A estrutura do documento também merece uma análise cuidadosa. Ele realmente precisa ter 54 páginas? Todas as informações ali presentes são necessárias da forma como estão organizadas?

Muitas vezes, documentos jurídicos acumulam cláusulas redundantes, trechos pouco relevantes ou informações que poderiam ser reorganizadas de maneira mais clara. Repensar a estrutura permite reduzir o volume do documento, melhorar a leitura e tornar a mensagem mais objetiva, sem comprometer a segurança jurídica. Essa parte é muito pensada em seguros, que geralmente trazem muitas informações importantes junto com a ápolice de extensas páginas, o que precisa ser feito é justamente repensar a estrutura desse documento.

Um documento bem estruturado facilita o entendimento, reduz dúvidas e melhora a experiência de quem precisa lidar com ele no dia a dia.

Arquitetura da informação – O que deve ser priorizado? 

A arquitetura da informação é uma das etapas mais estratégicas e também mais complexas dentro de um projeto de Visual Law. Ela responde a perguntas essenciais, como o que deve ser priorizado, o que é realmente essencial e como apresentar essas informações da melhor forma possível.

É nesse momento que se define a hierarquia do conteúdo, a ordem das informações e a forma como o leitor será conduzido ao longo do documento. Uma boa arquitetura da informação ajuda o leitor a encontrar rapidamente o que precisa, entender o contexto e tomar decisões com mais segurança.

Visual Law- Claro, a parte gráfica e visual do documento continua sendo muito importante.

Por fim, o aspecto visual continua sendo relevante e não deve ser negligenciado. A parte gráfica contribui para a leitura, a organização da informação e a percepção geral do documento.

Uma estética bem cuidada, alinhada à identidade visual da marca, ajuda a tornar o material mais agradável, confiável e profissional. No entanto, no Visual Law, o visual não é um fim em si mesmo, mas um meio para apoiar a compreensão, a acessibilidade e a funcionalidade do documento.

 

Exemplo de uma Arquitetura da informação feita para um projeto de Visual Law.
Exemplo de uma Arquitetura da informação feita para um projeto de Visual Law.

E como nós garantimos que o documento vai atingir as expectativas?

Todo projeto realizado pela Lex Design passa obrigatoriamente com uma etapa de testes com os usuários.

Embora sigamos a risca a abordagem e tenhamos nossos clientes o tempo todo no centro do nosso projeto, por vezes temos algumas inferências que podem não fazer sentido.

Por isso, após o primeiro protótipo, testamos o documento com o usuário final, entendemos se gerou valor e fez sentido para aquela persona e iteramos os feedbacks que tivemos ao projeto.

 

Exemplo de um resultado de testes de usabilidade de um protótipo feito pela Lex Design
Exemplo de um resultado de testes de usabilidade de um protótipo feito pela Lex Design

Em quais documentos posso aplicar Visual law?

A aplicação do visual law é extensa e pode ser utilizada em qualquer área do jurídico, e com isso o beneficio que essa abordagem traz, varia com o resultado esperado de cada documento.

Um dos casos mais comuns de aplicação de Visual law é no Contencioso, por exemplo, em uma peça de contestação.

Os juízes tem uma agenda corrida e muitas vezes tem que julgar dezenas de casos, todos os dias. Sendo assim, peças com centenas de paginas com texto complexo e denso, por mais que importantes,  podem não ser lidas pelos juízes, nesse caso, um resumo visual apresentando um contextos, junto com os principais pontos da defesa e provas, garante que o mesmo julgará seu caso com todas as informações necessárias, como foi o caso de um projeto da Lex Design com o Banco BMG, onde aumentamos de 64% para 94% a porcentagem de êxitos em uma contestação sobre a contratação de cartão de crédito consignado.

Ainda falando sobre Resumos visuais, em um case que temos com a Yara Fertilizantes, conseguimos 100% de êxito com um resumo de uma página, para um laudo divergente de engenharia com mais de 100 paginas, que reunia as informações mais importantes sobre o processo.

Contratos também são frequentemente redesenhados com visual law, sejam contratos de compra e venda, trabalho ou serviços, uma linguagem simples e estrutura acessível pode gerar ganhos rápidos como a diminuição de SLA de assinatura, também reduz tempo operacional do jurídico e até do Rh, quando o funcionário não precisa tirar tantas dúvidas sobre o contrato que está assinando e em alguns casos, até gera um aumento de vendas, como foi o caso da Leroy Merlin, que redesenhou os contratos de prestação de serviço e conseguiu aumentar 84% as vendas.

Você também pode utilizar para melhorar a experiência do seu cliente. No caso  e Uber, Nubank, redesenhamos termos e condições dos Sites, politicas de compra e troca, entre outros, termo de uso de cartão de credito, entre outros. Sempre com o intuito de que a informação seja passada da melhor maneira possível, evitando atritos que pudessem acontecer entre as partes.

Além disso, a comunicação interna das empresas é muito importante. Como no case da Minerva Foods, que redesenhou sua politica de compras (que estava esquecida e ninguém usava). Com isso, conseguiram um ganho operacional e diminui consideravelmente a quantidade de erros do departamento. Ou no caso da Ferrero, que redesenhou sua politica de riscos Global, para que todos entendam o procedimento a ser seguido.

Como você pode ver, o Visual Law pode ser usado em inúmeras ocasiões que encontramos no nosso dia-a-dia e se for feito da maneira correta, sempre vai trazer um benefício, seja de êxitos, Comunicação, normativa, Branding ou produtividade.

Exemplo de antes e depois de um projeto de visual law para Heinz
Exemplo de antes e depois de um projeto de Visual Law para Heinz

 

Visual Law e Inteligência Artificial: A nova fronteira da eficiência

Em 2026 o tema da Inteligência artificial entrou de vez no foco dos grandes departamentos jurídicos, porém, na Lex Design, não vemos a IA como uma substituta do  visual law, mas como um potencializador de resultados.

Com ela conseguimos mais eficiência em frentes que tomavam muito tempo e acabamos tornando o processo mais demorado.

A integração da IA nos nossos projetos de Visual Law foca em três pilares fundamentais:

  • Identificação de Complexidade: Com prompts direcionados, os modelos de Linguagem são capazes de nos oferecer uma facilidade de identificação de pontos de dor no usuário, e com isso o foco do Legal Designer pode ser direcionado em melhorar a linguagem e estrutura do documento.

  • Novos documentos: Com a chegada da ia, novos problemas também surgiram, como a privacidade de dados e como utilizar a IA de maneira segura. Com isso a Lex Design tem feito de forma recorrente, guias de utilização de IA, Politicas de LGPD, Guias de proteção de dados e outros documentos que podem deixar a empresa segura contra problemas que essa utilização pode trazer.

  • Simulações de público-alvo: Através de ferramentas que simulam a usabilidade do público-alvo, conseguimos ter uma pré-avaliação das funcionalidades dos novos documentos criados, com isso tendo mais assertividade no projeto entregue. Importante dizer que isso não substitui o teste com usuário final, apenas garante que o protótipo esteja mais alinhado com que o cliente precisa.

  • Análise de dados: Conseguimos também, coletar e analisar mais dados sobre usabilidade, processos internos e outras variáveis que nos garantem que as soluções criadas estejam de acordo com o que o cliente espera e necessita.
  •  

Ou Seja, a inteligência artificial nos proporciona um aumento de eficiência, mas também uma melhoria no processo criativo, garantindo que o seu documento jurídico não seja apenas bonito, mas uma ferramenta de dados e conversão para o seu negócio.

 

 

A Lex Design é a sua parceira estratégica em Visual Law.

Desde 2018, lideramos a transformação jurídica no Brasil, unindo design estratégico e tecnologia para entregar resultados mensuráveis para gigantes como Uber, Nubank, Coca-Cola, Banco BMG e muitos outros.

Nosso foco não é apenas a estética, mas a eficiência operacional e a segurança jurídica do seu negócio com projetos que realmente geram valor.

 

Entre em contato com nossos especialistas e comece agora!

Perguntas frequentes sobre Visual Law

O que é Visual Law?

O Visual Law é uma abordagem criada a partir do Legal Design que utiliza elementos visuais como infográficos, fluxogramas e ícones aliados à Linguagem Simples e à estrutura de informação. Sua finalidade é solucionar problemas e ruídos na comunicação jurídica para tornar documentos mais compreensíveis, eficientes e acessíveis para qualquer público.

O uso de Visual Law tem validade jurídica?

Sim, a abordagem preserva a validade jurídica e em muitos casos deixa o documento ainda mais seguro ao garantir que a informação seja compreendida da forma correta por quem precisa dela. O uso de recursos visuais é inclusive incentivado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) através da Resolução 347/2020 para democratizar o acesso à justiça.

Quais são os resultados práticos da aplicação de Visual Law em empresas?

A aplicação gera ganhos específicos como a redução do SLA de assinatura em contratos e o aumento de êxitos em contestações judiciais. Casos reais da Lex Design demonstram um aumento de 84% nas vendas da Leroy Merlin e uma subida de 64% para 94% na porcentagem de êxitos do Banco BMG em contestações sobre cartão de crédito consignado.

Qual a diferença entre Legal Design e Visual Law?

O Legal Design é uma abordagem centrada no usuário e baseada no Design Thinking para resolver problemas dentro do universo jurídico. O Visual Law é apenas a ponta da pirâmide do Legal Design, que também consiste em Design de Sistemas, Design Organizacional, Design de Serviço e Design de Produto.

Como a Inteligência Artificial é integrada ao Visual Law na Lex Design?

Em 2026, a IA atua como um potencializador de resultados em quatro frentes principais: identificação de complexidade para melhoria de linguagem, criação de novos documentos de segurança (como guias de LGPD), simulações de usabilidade do público-alvo para maior assertividade nos protótipos e coleta avançada de análise de dados de usabilidade.

Em quais documentos o Visual Law pode ser aplicado?

A aplicação é extensa e pode ser utilizada em qualquer área do jurídico. Exemplos incluem peças de contestação, resumos visuais para laudos de engenharia, contratos de compra e venda ou trabalho, termos e condições de sites, políticas de compra e troca, além de comunicações internas como políticas de riscos globais.

Confira também

AnteriorPost AnteriorComo o Visual Law no compliance transforma a comunicação e engaja equipes
Próximo PostO que o jurídico da Leroy Merlin ensina sobre comunicação e contratosPróximo

Compartilhe:

Tags:

  • Aplicações, Cases, Design Thinking, Legal Design, Resultados Visual Law, Visual Law

Quer falar com a gente?

Ficou com alguma dúvida ou quer bater um papo com a gente?

Entre em contato através do formulário. Vamos adorar conversar com você.

Assine nossa newsletter

  • Live
  • Anúncios
  • Blog

Faça parte do nosso time!

Quer fazer a diferença no universo jurídico?
Cadastre-se no nosso banco de talentos.

Quero me inscrever
Logo Lex Design
  • Política de Privacidade
  • Termos e Condições
  • Política de Privacidade
  • Termos e Condições
Copyright © 2026 Todos os direitos reservados

Lex Design, Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento de Tecnologia LTDA.

CNPJ – 40.564.948/0001-94

feito com amor pela lex ❤️
  • visual law
  • legal design
  • eficiência
  • cases
  • Lex on demand
  • blog
  • visual law
  • legal design
  • eficiência
  • cases
  • Lex on demand
  • blog
Fale com o nosso time
Siga-nos nas redes sociais